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INAVIC destaca-se nas obras aeroportuárias e credenciamento de operadoras
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Luanda - O acompanhamento da execução das obras de construção, reabilitação, recuperação e modernização das diferentes infra-estruturas aeroportuárias em várias localidades do território nacional, foi uma das actividades que mais destaque teve por parte do Instituto Nacional de Aviação Civil (INAVIC), durante o ano findo.

Prova deste empenho, está no sucesso que tem vindo a obter o programa de recuperação de aeroportos e aeródromos levado a cabo pela Empresa Nacional de Navegação Aérea e Exploração de Aeroportos (ENANA), que sem a supervisão do INAVIC seria praticamente impossível. 

O envolvimento nas obras de modernização dos aeroportos de Luanda, Cabinda, Benguela, Catumbela, Ondjiva, de recuperação dos de Mbanza Congo, Malanje, Menongue, Luena, e de melhorias nos de Namibe, Karianda e de diversos aeródromos, justificam o seu empenho em fazer cumprir as normas da Organização Internacional de Aviação Civil (ICAO) e da Associação Internacional dos Transportadores Aéreos (IATA), com o objectivo de se garantir operações de voos seguras em Angola. 

Como bem afirmou recentemente o Chefe de Estado angolano, na sua intervenção na Assembleia Nacional, “o sub-programa dos transportes é o que mais cresceu, e a prova-lo, estão aí os aeroportos para quem quiser ver (…)”.Esta é uma afirmação justificativa de que, de facto, o Instituto Nacional de Aviação Civil, tem vindo a cumprir a sua missão ao lado de outras instituições ligadas ao sector da aviação e aeronáutica.

Além das actividades desenvolvidas no âmbito da observação da recuperação dos aeroportos e aeródromos, a certificação de companhias aéreas nacionais, pelo INAVIC, instituição do Ministério dos Transportes concebida para administrar toda a actividade da aviação civil em Angola, foi outra das principais acções desenvolvidas no ano findo. Depois de seis companhias verem retiradas as suas certificações e declaradas proibidas de voar, pelo facto da não conclusão dos respectivos processos de certificação técnica nos prazos estabelecidos, as mesmas redobraram esforços para sua conclusão e ver as operações de transporte aéreo retomadas.   

Na referida condição encontravam-se as companhias aéreas Angola Air Services, Gira Globo, Mavewa, Air Nave, Guicango e Diexim, que a 21 de Abril último viram as suas operações aéreas suspensas pelo Instituto Nacional de Aviação Civil, devido ao incumprimento do processo de certificação técnica no período previsto. 

Entretanto, deste leque de companhias, a transportadora aéreo Guicango foi a primeira que conseguiu a sua certificação. Depois da Guicango, seguiu-se o processo de certificação da Diexim Expresso.Além destas empresas que saíram das lista das empresas impedidas de voar em território nacional, outras cinco continuam a trabalhar para completar os seus documentos a fim de obterem a licença de voo. 

Por sua vez, três outras desistiram do seu processo de pedido de certificação, o que demonstra a tomada de consciência dos empresários que se candidatam a obtenção de licenças de operador aéreo, uma área de exploração comercial que exige muitos cuidados técnicos e operacionais. A companhia aérea privada angolana Air Gemini solicitou ao Instituto Nacional de Aviação Civil (INAVIC), a suspensão da sua licença de operação aérea. 

Impedidas de voar encontram-se a Alada, a Sociedade de Aviação Ligeira (SAL), PHA (companhia de helicópteros sedeada em Cabinda), Angola Air Services, Gira Globo, Mavewa, Air Nave e a transportadora Serviço Executivo Aéreo de Angola (SEAA), com sede na cidade do Lubango (Huíla).

Outro momento de grande revelo para a actividade do INAVIC ao longo de 2011, foi a assinatura, a 21 de Agosto, de um Memorando de Entendimento quadrilateral na área da meteorologia aeronáutica que envolveu, além do Instituto Nacional de Aviação Civil, o Instituto Nacional de Meteorologia e Geofísica (INAMET), a ENANA-EP, e a Força Aérea Nacional.

O acordo visa obter a participação das quatro instituições, sob coordenação do INAVIC, na implementação do projecto ligado a meteorologia aeronáutica que é da responsabilidade do INAMET, que espera com o referido acordo reforçar o asseguramento de observações meteorológicas para fins de servir aeródromos, tempo na aterragem, descolagem, tempo em rota, dados para as tripulações, cartas de vento, informações sobre a vigilância meteorológica nas diferentes Regiões de Informação de Voo (FIR), entre outras. 

Neste âmbito, o INAVIC espera, que com a execução do referido projecto, as operações de voos em Angola nos próximos anos se tornem cada vez mais seguras e servidas de informação meteorológica 24 sobre 24 horas, o que se torna o desafio destas quatro instituições para este ano, e, consequentemente, do próprio INAVIC.
 

Notícias

Cabinda e Zaire com novos chefes dos serviços provincial

Francisco Gomes Tchimbavo é o novo chefe dos serviços provincial do Conselho Nacional de Carregadores em Cabinda, em substituição de António Assunção da Conceição Luís, depois de ter desempenhado a mesma função no município do Soyo, no Zaire.

 

Os participantes no conselho consultivo do Ministério dos Transportes, realizado na cidade do Lobito, em Benguela, concluíram existirem estruturas de custo muito pesados e excedentes de mão-de-obra na maioria das empresas.

  

Com efeito, defendem investimentos fundamentais e imprescindíveis, com prioridade para a rede estabilizada informática (ERPS), gestão de sistema integrado, formação, transporte e infra-estrutura.