Quarta-feira, 23 de Abril de 2014

Novos quadros do Ministério dos Transportes tomam posse

O ministro da Economia, Abraão Gourgel, conferiu hoje (quinta-feira), em Luanda, posse aos novos presidentes dos conselhos de administração (PCA) e administradores das empresas públicas do Ministério dos Transportes.

 Assim, foram investidos os presidentes do conselho de administração da Unicargas, das empresas de Transportes Urbanos de Luanda (TECUL), Sécil Marítima, Linhas Aéreas de Angola (TAAG), da empresa de Abastecimento de Materiais (ABAMAT) e da Empresa Nacional de Exploração de Aeroportos e Navegação Aérea (ENANA), respectivamente, Rubem Dombaxi, António de Freitas Neto, Manuel Domingos Faria, Joaquim Teixeira da Cunha, José Mário Silva e Manuel Ferreira de Ceita.

Tomaram igualmente posse, os presidentes do conselho de administração dos Caminhos de Ferro de Luanda, Benguela e Moçamedes, nomeadamente Celso Rosa, José Carlos Gomes e Daniel Kipaxi.

Francisco Venâncio, Anapaz Neto, Joaquim Domingos Neto, António Luís de Lemos, Nazaré Neto e André Cosmo foram empossados nos cargos de presidentes do conselho de administração dos portos de Luanda, Lobito, Namibe, Soyo, Cabinda e Amboim.

Na mesma ocasião foram também empossados os administradores das respectivas empresas.

Na ocasião, o ministro das Finanças, Armando Manuel, pediu aos empossados para usarem a sua experiência, saber e zelo para o bom desempenho das unidades empresariais.

Acrescentou que Angola entrou numa nova fase, num desafio que deve ser ganho e que levará a patamares que vão possibilitar a dinamização da economia, de modo que cada uma das unidades empresariais possa cumprir o desafio esperado na prestação dos serviços necessários a economia na produção dos bens.

“Entendemos nós que o vosso empenho vai permitir que as unidades empresariais passem a ser vistas como unidades rentáveis, num ambiente de mercado onde a demanda obriga nestas empresas a oferta de serviços e produtos e a correcta combinação dos recursos humanos materiais e financeiros”, sublinhou Armando Manuel.

Referiu que a nova Angola precisa de ser construída com unidades empresariais rentáveis, com um sector público forte, não apenas na perspectiva administrativa, mas também na empresarial